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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

voto consciente

Voto Consciente.
Por Profª Vani Da Col 31/07/2008 às 12:18


Pretendo esclarecer e conscientizar a população sobre as consequências do voto comprado, e do caráter dos políticos que compram o voto.

Este texto tem como objetivo o exercício da cidadania; ao mesmo tempo é uma carta aberta à população, isenta de política partidária.
Faz-se oportuno recordar certos aspectos políticos que influenciam a vida em sociedade:
A prática da corrupção consolida-se no corruptível.
É sabido que a população associa políticos à corrupção...(o que é o indivíduo é o povo).
Observem a prática de grande número de eleitores que pedem: dinheiro, coisas materiais, empregos, etc., aos candidatos...O corrompido que recorre a este useiro e vezeiro modus operandi alimenta a corrupção no país...e mais:fica devendo favor ao eleito, que outrossim torna-se o seu senhor...

Os 160 bilhões de reais/ano (isto no país), que são desviados dos cofres públicos para: corrupções, improbidades administrativas, enriquecimentos ilícitos, etc., poderiam ser usados em benefício do próprio povo, através de melhorias: na educação, saúde, segurança pública, moradias, salários mais dignos, etc...

É justo o povo trabalhar para sustentar a corrupção?

A conciliação da política com a generosidade é possível, o que a serve como base é uma atitude própria dos grandes homens...que certamente não são aqueles que compram o voto...

Será um passo à frente no dia em que o povo ignorar as pesquisas eleitorais, votar sem interesses escusos e de acordo com a sua consciência.

Com referência a quem compra o voto:
Que mérito tem?
Para os problemas da população, lembram da música?:
"Tô nem aí"...(eles só querem enriquecer-se).

Com referência a quem vende o voto:
Esteja ciente de que pode ajudar a eleger alguém que pretende viver do roubo.
NÃO SE HUMILHE VENDENDO O SEU VOTO.
DIGNIDADE NÃO SE COMPRA.


Email:: vani.dacol@gmail.com
URL:: http://vani-dacol.blogspot.com

Continuação da apresentação dos trabalhos sobre regiões brasileiras

Os alunos do 3º ano da E. E. E. M. Gov. Alexandre Zacharias de Assumpção deverão continuar apresentando os seminários sobre as regiões brasileiras utilizando o power point.
As apresentações deverão ser nos dias 13 e 14 de setembro de 2010, na sala de informática.

Má distribuição de renda e fome no mundo


http://il.youtube.com/watch?v=tJa_3UKWZ8U&feature=related

domingo, 5 de setembro de 2010

Projeto para trabalho com idoso

PROJETO

“O idoso pode perder a independência, mas nunca o respeito e a dignidade”.


Projeto de autoria do Profº Edival R. Prazeres e colaboração da aluna de graduação em Pedagogia Cynthia C. Ribeiro


E.E.E.Médio Alexandre Zacharia de Assumpção

BELÉM-PARÁ

1- TEMA PROPOSTO

• O idoso como fonte de conhecimento, com enfoque na discriminação do idoso, na busca pela valorização e o respeito e a dignidade por parte da sociedade.



2- ALUNOS ATENDIDOS

• Alunos do 3° ano do ensino médio da Escola Estadual de Ensino Médio Gov. Alexandre Zacharias de Assumpção.



3- DURAÇÃO

• 1 trimestre



4- PERIODO

• Principalmente nos meses de setembro e outubro.



5- JUSTIFICATIVA

• Como alunos do 3° ano do ensino médio, os mesmos precisam compreender e entender a necessidade do processo da inclusão e valorização dos idosos na sociedade e no mundo globalizado.



6- OBJETIVO GERAL

• Analisar e conscientizar a sociedade que o idoso é e sempre será fonte de conhecimento, portanto, devendo ser valorizado e respeitado.



7- OBJETIVOS ESPECIFICOS

• Despertar a sensibilidade para a sociedade idosa.

• Refletir sobre o processo de ensino que pode ser realizado através do convívio com os idosos.

• Buscar o processo de socialização através da disciplina de geografia e sociologia e estatística.

• Entender a importância da interdisciplinaridade envolvendo o Ensino da geografia e sociologia e estatística no contexto do convívio com o idoso.



8- DESENVOLVIMENTO

• Através de aulas explicativas pelos professores em sala de aula.

• Através de palestra ministrada por alunas do curso de Serviço Social da UFPA.

• Através de visitas a abrigos e casas de acolhimento.

• Realização de gincana para arrecadação de produtos de limpeza e higiene.





9- FINALIZAÇÃO

• Participação dos alunos na visitação dos idosos na casa de abrigo Socorro Gabriel.



10- AVALIAÇÃO

• Baseado em todo o processo de aprendizado dos alunos do 3° ano do ensino médio, da participação, da socialização e da construção e arrecadação de produtos e da importância da inclusão do ensino da disciplina de geografia e sociologia e estatística na questão dos idosos.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

O que é a Usina Hidrelétrica de Belo Monte?
Com projeto para ser instalada na região conhecida como Volta Grande do Rio Xingu, no Pará, a Usina de Belo Monte deve ser a terceira maior do mundo em capacidade instalada, atrás apenas das usinas de Três Gargantas, na China, e da binacional Itaipu, na fronteira do Brasil com o Paraguai.
De acordo com o governo, a usina terá uma capacidade total instalada de 11.233 megawatts (MW), mas com uma garantia assegurada de geração de 4.571 MW, em média.
O custo total da obra deve ser de R$ 19 bilhões, o que torna o empreendimento o segundo mais custoso do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), atrás apenas do trem-bala entre São Paulo e Rio, orçado em R$ 34 bilhões.
A usina deve começar a operar em fevereiro de 2015, mas as obras devem ser finalizadas em 2019.
Qual a importância do projeto, segundo o governo?
Uma das grandes vantagens da usina de Belo Monte, de acordo com o governo, é o preço competitivo da energia produzida lá.
O consórcio Norte Energia venceu o pregão ao oferecer o preço de R$ 78 pelo megawatt-hora (MWh) produzido em Belo Monte, um deságio de 6,02% em relação ao teto que havia sido estabelecido pelo governo - que era de R$ 83 por MWh.
Segundo o presidente da estatal Empresa de Pesquisa Energética, Mauricio Tolmasquim, este teto do governo já representava pouco mais que a metade do preço da energia produzida em uma usina termelétrica, por exemplo, com a vantagem de ser uma fonte de energia renovável.
Além disso, a construção de Belo Monte deve gerar 18 mil empregos diretos e 23 mil indiretos e deve ajudar a suprir a demanda por energia do Brasil nos próximos anos, ao produzir eletricidade para suprir 26 milhões de pessoas com perfil de consumo elevado.
Quem são os grupos contrários à instalação de Belo Monte e o que eles argumentam?
Entre os grupos contrários à instalação de Belo Monte estão ambientalistas, membros da Igreja Católica, representantes de povos indígenas e ribeirinhos e analistas independentes.
Além disso, o Ministério Público Federal ajuizou uma série de ações contra a construção da usina, apontando supostas irregularidades.
Coordenador de um painel de especialistas críticos ao projeto, Francisco Hernandez, pesquisador do Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de São Paulo, afirma que a instalação de Belo Monte provocaria uma interrupção do rio Xingu em um trecho de cerca de 100 km, o que reduziria de maneira significativa a vazão do rio.
"Isso causará uma redução drástica da oferta de água dessa região imensa, onde estão povos ribeirinhos, pescadores, duas terras indígenas, e dois municípios", diz Hernandez, que afirma que a instalação de Belo Monte também afetaria a fauna e a flora da região.
Além das questões ambientais, alguns críticos apontam que a usina de Belo Monte pode ser ineficiente em termos de produção de energia, devido às mudanças de vazão no rio Xingu ao longo do ano.
Segundo Francisco Hernandez, dependendo da estação do ano, a vazão do rio Xingu pode variar entre 800 metros cúbicos por segundo e 28 mil metros cúbicos por segundo, o que faria com que Belo Monte pudesse produzir apenas 39% da energia a que tem potencial por sua capacidade instalada.
Como o governo responde a essas críticas?
De acordo com o diretor de Licenciamento do Ibama, Pedro Bignelli, uma das condicionantes impostas na licença prévia para o empreendimento determina que seja mantida uma vazão mínima no rio.
Além disso, ele afirma que há projetos de preservação da fauna e flora e que as comunidades que forem diretamente afetadas serão transferidas para locais onde possam manter condições similares de vida. Ele também nega que as comunidades indígenas serão diretamente atingidas.
Já em relação à eficiência, o presidente da Empresa de Pesquisa Energética, Mauricio Tolmasquim, admite que Belo Monte não produzirá toda a energia que permitiria sua capacidade instalada, mas afirma que, mesmo assim, a tarifa será competitiva o bastante para justificar sua instalação.
Segundo ele, o motivo para a redução na produção de energia está nas modificações feitas no projeto para diminuir o impacto da usina na região.
Qual o histórico do projeto?
As prospecções a respeito do potencial de geração de energia da Bacia do Xingu começaram nos anos 1970, e, na década seguinte, havia a previsão da construção de seis usinas na região, entre elas Belo Monte.
Após protestos de líderes indígenas e de ambientalistas, o projeto de Belo Monte foi remodelado e reapresentado em 1994, com a previsão de redução da área represada, o que evitaria a inundação de terras indígenas.
Depois de uma série de idas e vindas, o Conselho Nacional de Política Energética definiu em 2008 que a usina de Belo Monte seria a única a explorar o potencial energético do Rio Xingu.
Em fevereiro de 2010, o Ibama concedeu a Licença Prévia para Belo Monte, impondo uma série de 40 condicionantes socioeconômicas e ambientais ao projeto.
No dia 20 de abril foi realizado um leilão para decidir qual grupo de empresas seria o responsável pela construção da usina, com a vitória do consórcio Norte Energia, liderado pela construtora Queiroz Galvão e pela Chesf.
Como foi o leilão?
O governo havia estabelecido que o vencedor do pregão seria o grupo que oferecesse o menor preço para a produção do megawatt-hora (MWh) de energia em Belo Monte, respeitando-se o teto estabelecido de R$ 83 por MWh.
O preço oferecido pelo grupo vencedor foi de $ 78 pelo megawatt-hora (MWh), um deságio de 6,02% em relação ao teto que havia sido estabelecido.
Já o valor oferecido pelo consórcio derrotado, que era formado por seis empresas e liderado pela construtora Andrade Gutierrez, não foi divulgado.
De acordo com a Aneel, o leilão durou aproximadamente sete minutos, sendo realizado apenas após a cassação de uma liminar da Justiça Federal do Pará que havia determinado sua suspensão.
Até a semana passada, apenas o consórcio liderado pela Andrade Gutierrez estava oficialmente no páreo, após a desistência do grupo encabeçado por Camargo Corrêa e Odebrecht, no início de abril.
A desistência acendeu a luz amarela no governo, que lançou um pacote de medidas para estimular a participação privada no leilão, entre elas, um desconto de 75% no imposto de renda da usina nos primeiro dez anos de operação, além da ampliação para 30 anos do prazo para o financiamento pelo BNDES, que pode financiar até 80% da obra.
Além disso, os dois consórcios contam com participações bastante relevantes de empresas estatais.
*Colaborou Paulo Cabral, da BBC em Brasília

Proposta de Divisão do Estado do Pará

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