quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Hoje no Zaca foi o dia da Palestra e da homenagem aos idosos da Casa do Idoso. Graças a Deus tudo deu certo e eles gostaram muito. Agradeço aos alunos das turmas 302 e 305. Foi muito importante também a ajuda da coordenação do turno da manhã. Agradeço também á Psicologa que nos proporcionou um ótimo momento com as suas palavras. Enfim, obrigado a todos que colaboraram.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Jovens procuram imóveis menores
01/11/2012
O desejo de ser independente se mostra maior na faixa etária entre 21 a 30 anos. O casamento não é mais o único motivo para sair de casa. Trabalhar e estudar já é o bastante para a chamada Geração Y, que não quer perder tempo. Por isso há preferências por imóveis com boa localização e fácil acesso. Atendendo a esta fatia de mercado, o aluguel se mostra interessante, pois permite flexibilidade em caso de mudanças de planos.
Na juventude, o foco está na carreira e na formação profissional, por isso, a habitação deve atender às necessidades atuais e não futuras. Quitinetes são os preferidos desta geração. Eles atraem por serem pequenos e mais baratos. Em caso de aluguel ou compra, são os preços mais baixos e, com relação ao espaço, atendem exatamente às necessidades de uma ou duas pessoas, que passam mais tempo fora do que dentro de casa, não exigindo cômodos amplos, varanda, vista privilegiada ou outros requintes.
A localização é considerada um fator fundamental. É importante que o “ap” fique próximo do local onde estudam ou trabalham. Estar perto dos pontos de acesso ao transporte público também é um diferencial procurado por este público.
Para sair de casa e se tornar independente, o jovem de hoje depende das condições do mercado de trabalho e da oferta de habitação. A pesquisa do Ipea aponta que a política habitacional do país "tem que ser diversificada" para atender o público formado por jovens na condição de estudantes, estagiários ou já inseridos no mercado de trabalho, sendo eles casados ou solteiros.
Os lofts são uma outra modalidade, que atende aos jovens com renda mais alta. Neste tipo de imóvel, ainda pouco comum em Belém, a área social se mistura com a de serviços, mas o quarto e o banheiro podem ficar separados. Em alguns existe serviço de quarto e áreas de lazer no condomínio. (DOL, com informações do Redimob)http://imoveis.diarioonline.com.br/noticia-int.php?not_id=225067
terça-feira, 23 de outubro de 2012
quinta-feira, 14 de junho de 2012
terça-feira, 5 de junho de 2012
Amazônia precisa deixar de ser o quintal do mundo
Verticalizar a economia da Amazônia a partir da aplicação do conhecimento e da tecnologia. Mais do que uma receita pronta ou solução imediata, é um caminho que deve ser adotado pelos estados para superar o fosso que divide a região do resto do país e do mundo. É o que defende o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) Alex Fiúza de Melo, 56 anos.
“Em vez de exportar só o pó do alumínio, temos de exportar ligas metálicas. Em vez de exportar o caroço do açaí, temos de exportar o iogurte do açaí. Em vez do cacau, o chocolate. No lugar do boi em pé, filés embalados de alta qualidade. Em vez de madeiras, móveis”, exemplifica o secretário.
Segundo Fiúza, não há alternativa. Ou se investe em conhecimento ou não existirá futuro para a Amazônia. “O problema é que essa verticalização não interessa à indústria de fora. Não interessa para as indústrias de móveis do sul do País que façamos isso aqui. Nem à indústria siderúrgica da China que façamos as ligas metálicas”.
É um posicionamento histórico em relação à Amazônia. “A Amazônia é periferia, é quintal”, diz o secretário. “Não se olha para a região pensando em desenvolvimento em favor dos próprios moradores locais. Sempre se olham as riquezas em favor da acumulação do capital, e não dos povos amazônicos. Por não termos força política, continuamos como almoxarifado de matérias-primas”.
POTÊNCIA
Não existe um efetivo projeto de Brasil para a Amazônia em termos de sustentabilidade. Na análise do secretário, significaria haver mais cientistas, mais inovação no conhecimento, mais tecnologia. “Só que tudo isso é muito caro e o Brasil não está disposto a jogar dinheiro na Amazônia. A União não se interessa em transformar a Amazônia em uma potência. E a Amazônia é uma potência. Mais importante que o Pré-sal é o banco genético da região. É o maior do planeta”.
Com isso são desperdiçadas novas oportunidades. O que os especialistas apostam é que a indústria do futuro será a bioindústria, ou seja, a produção de remédios, cosméticos, nutrientes, inseticidas. Com o bioma mais rico do mundo, a Amazônia é a região ideal para o desenvolvimento de projetos nesse sentido.
sábado, 7 de abril de 2012
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